O Bolsa Família pode passar de R$ 600 e chegar a R$ 850 por mês, dependendo da composição familiar e dos adicionais previstos pelo programa. Para receber os valores extras, é necessário manter os dados atualizados no CadÚnico e cumprir as exigências de saúde e educação.
O Benefício Primeira Infância paga R$ 150 para cada criança de até 6 anos. Já o Benefício Variável Familiar acrescenta R$ 50 para gestantes, crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos. O adicional nutriz também garante R$ 50 para mães de bebês de até 6 meses.
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Uma família com uma criança de 4 anos e dois adolescentes de 12 e 15 anos, por exemplo, pode receber R$ 600 do benefício básico, mais R$ 150 pela criança e R$ 100 pelos dois adolescentes, totalizando R$ 850.
Para manter o benefício, é preciso manter a vacinação das crianças em dia, realizar o pré-natal no caso de gestantes e cumprir a frequência escolar mínima exigida. Crianças de 4 e 5 anos precisam ter pelo menos 60% de presença, enquanto estudantes de 6 a 17 anos devem atingir 75%.
Quem consegue emprego com carteira assinada não perde automaticamente o Bolsa Família. Pela Regra de Proteção, a família pode continuar recebendo parte do benefício durante o período de transição, desde que a renda por pessoa permaneça dentro do limite estabelecido pelo programa.
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O valor do benefício pode ser consultado pelos aplicativos Caixa Tem e Bolsa Família. O CadÚnico também deve ser atualizado no CRAS a cada dois anos ou sempre que houver mudança na renda, endereço ou composição familiar.