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16/09/2021

Bolsonaro: 'Não vou dizer que não precisa de professor, mas o excesso atrapalha'

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Foto: Reprodução

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reclamou, nesta quinta-feira (16/9), em conversa com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada, da quantidade de servidores públicos contratados para a área da educação em governos anteriores ao seu.

 

A fala aconteceu depois de um homem dizer que ainda havia “muito comunismo nas escolas”.

 

“A Dilma fez um concurso pra 100 mil [pessoas] na educação”, disse o presidente. “Eu não vou entrar em detalhes aqui, mas o Estado foi muito inchado. Eu não vou dizer que não precisa de professor, mas o excesso atrapalha”, afirmou Bolsonaro. “Você não vê mais livros que os pais não gostariam que os filhos tomassem conhecimento na escola. E isso não é pouca coisa não, é o futuro”, discursou ele.

 

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Vídeo-chamada com o japonês da federal

 

Na conversa de Bolsonaro com apoiadores no fim da tarde desta quinta, um dos presentes faz uma vídeo-chamada com Newton Ishii, o servidor aposentado que ficou conhecido como “japonês da Federal” na época de ouro da Operação Lava Jato. Bolsonaro se divertiu e falou com ele. “Fala, japa. Eu estou vivo, não é fácil”, disse, aos risos.

 

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“Vocês não ouvem falar em corrupção há dois anos e meio, né? [Isso] Custa caro pra caramba pra mim. Quem perdeu, o tempo todo me persegue. E não só a mim, as a família também”, emendou, em seguida, o presidente. 

 

Fonte: Metrópoles

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