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Brasil avança em energia e cultura, mas ainda tropeça em chips, educação e pesquisa
Foto: Divulgação

Especial analisa como o país evoluiu frente ao mundo e aponta áreas em que promessas ficaram pelo caminho.

Um especial da Folha de S.Paulo faz um panorama do posicionamento do Brasil nas últimas décadas diante das rápidas transformações globais impulsionadas pela tecnologia. A série reúne reportagens, vídeos e infográficos que comparam o desempenho brasileiro em áreas estratégicas, revelando avanços importantes  mas também gargalos persistentes.

 

No setor de energias renováveis, o país diversificou sua matriz com investimentos em fontes elétrica, eólica, solar, gás natural e petróleo. O cenário é considerado promissor, embora especialistas apontem entraves estruturais e regulatórios que dificultam uma expansão mais competitiva frente à concorrência internacional, especialmente da Ásia.

 

O cinema nacional surge como outro exemplo de avanço. Produções como Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto ganharam reconhecimento internacional e ajudaram a projetar a indústria audiovisual brasileira no exterior, impulsionada por políticas públicas. Ainda assim, o mercado interno segue fragilizado após a pandemia, e a regulação das plataformas de streaming continua avançando lentamente.

 

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Entre as promessas que não se cumpriram está a tentativa de transformar o país em referência latino-americana na produção de semicondutores. O projeto foi conduzido pelo Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada, criado em 2008, mas a fabricação completa nunca se concretizou. Atualmente, o Brasil domina apenas duas das três etapas do processo produtivo, enquanto Taiwan, Coreia do Sul, China e Estados Unidos lideram o setor global.

 

Na agricultura, a falta de pesquisas voltadas à adaptação dos cultivos às mudanças climáticas é vista como um risco competitivo. A responsabilidade por esse avanço costuma recair sobre a Embrapa, que enfrenta desafios para manter o ritmo de inovação.

 

Já na educação, apesar da expansão da escolarização, o desempenho dos estudantes brasileiros segue abaixo do esperado. O país permanece atrás de referências internacionais e até de vizinhos latino-americanos, indicando que a melhora quantitativa ainda não se traduziu plenamente em qualidade.

 

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O balanço geral mostra um país com conquistas relevantes, mas que precisa superar entraves estruturais para acompanhar o ritmo das transformações globais. 

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