O futebol brasileiro anda tão acostumado a vencer a Libertadores que dá até saudade das surpresas. Mas nesta temporada, a fase de grupos vai ser diferente: apenas seis times do Brasil estarão lá, Flamengo, Corinthians, Palmeiras, Cruzeiro, Fluminense e Mirassol. O sorteio acontece nesta quinta-feira, em Luque, no Paraguai, e promete desenhar os caminhos de cada um na competição.
O curioso é que, desde 2016, o país nunca tinha ficado com tão poucos representantes na fase inicial. Antes, com o Brasileirão oferecendo seis vagas diretas, eram pelo menos sete times sempre garantindo presença. Mas Botafogo e Bahia decidiram dar adeus antes mesmo do começo. O Carioca caiu diante do Barcelona-EQU e o Tricolor baiano foi eliminado pelo O’Higgins, do Chile.
Nos últimos dez anos, o domínio brasileiro foi praticamente absoluto. Flamengo, Palmeiras, Grêmio, Fluminense e até o Botafogo já ergueram a taça, deixando muito adversário sem chances. Apenas Atlético Nacional e River Plate conseguiram quebrar a sequência, provando que mesmo com hegemonia sempre existe um imprevisto à espreita.
Veja também

Atleta de Curitiba se destaca em esporte radical que combina trilha e parapente
Pelci transforma rotina de jovens atletas e revela talentos no esporte amazonense
O sorteio vai dividir as 32 equipes em oito grupos de quatro, com jogos de ida e volta. Os dois primeiros avançam às oitavas, enquanto os terceiros vão para a repescagem da Sul-Americana. Entre os brasileiros, Flamengo, Palmeiras e Fluminense estão como cabeças de chave, Corinthians e Cruzeiro no pote 2, e Mirassol fecha no pote 4. Graças à eliminação de Botafogo e Bahia, não há risco de confrontos entre brasileiros nesta etapa.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Ou seja, a fase de grupos vai ter drama, estratégia e aquela expectativa de quem vai despontar e quem vai tropeçar. O Brasil ainda domina a Libertadores, mas desta vez com menos soldados no campo, prontos para mostrar que quantidade nem sempre significa vitória e que cada jogo será uma pequena guerra pelo continente.