Dados de 2024 representam menores indicadores da série histórica, iniciada em 2015; no Maranhão, taxa geral chega a 24,48%
O Brasil não registra cerca de 34% dos óbitos ocorridos no país, segundo estimativas divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado reforça a existência de subnotificação no sistema de registros civis, especialmente em regiões mais vulneráveis.
O levantamento também mostra que o problema é ainda mais grave entre crianças menores de 1 ano de idade, onde o percentual de óbitos não registrados chega a 10,8%, evidenciando fragilidades no acompanhamento da mortalidade infantil.
De acordo com o IBGE, a subnotificação ocorre principalmente em áreas com menor acesso a cartórios e serviços de saúde, além de dificuldades logísticas para registro de eventos vitais em regiões remotas.
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Os dados fazem parte das estimativas de sub-registro de nascimentos e óbitos, que utilizam cruzamento de bases de dados oficiais para medir a cobertura real dos registros no país.
Especialistas apontam que a redução da subnotificação é fundamental para melhorar políticas públicas, já que os dados de mortalidade são usados no planejamento de saúde, distribuição de recursos e avaliação de indicadores sociais.
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O IBGE destaca que, apesar dos avanços nas últimas décadas, ainda há desafios importantes para garantir o registro completo de todos os óbitos no território nacional.