País regulariza contribuições e reforça atuação multilateral
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou que o Brasil quitou cerca de R$ 2,2 bilhões em contribuições obrigatórias a organismos e fóruns internacionais referentes a 2025, reforçando a adimplência do país no cenário global, segundo dados oficiais.
De acordo com o Ministério do Planejamento e Orçamento, os pagamentos incluíram recursos destinados a compromissos com a Organização das Nações Unidas (ONU), como o orçamento regular da entidade, missões de paz e mecanismos judiciais vinculados ao sistema das Nações Unidas, colocando o Brasil entre os países totalmente adimplentes com a organização.
Os repasses também abarcaram contribuições a agências especializadas em áreas como saúde, educação, trabalho e migração, bem como a órgãos regionais e multilaterais, entre eles a Organização Mundial da Saúde (OMS), a UNESCO, a OIT, além de entidades como a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Associação Latino-Americana de Integração (ALADI).
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Além das contribuições para programas e agências, parte dos recursos foi utilizada em integralizações de cotas em bancos de desenvolvimento e fundos multilaterais, como o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e a Corporação Andina de Fomento (CAF), fortalecendo a participação brasileira nesses mecanismos.

Foto: Reprodução
Segundo o governo, a estratégia de escalonar os pagamentos ao longo do ano e usar o monitoramento da taxa de câmbio ajudou a reduzir custos para o Tesouro Nacional e a garantir previsibilidade orçamentária. Isso, de acordo com autoridades, realça o compromisso do país com o multilateralismo, a integração regional e a responsabilidade fiscal no plano internacional.
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A quitação desses compromissos também assegura direitos de voto e participação plena do Brasil nas decisões de organismos multilaterais, além de facilitar o acesso a cooperações técnicas, financiamentos e parcerias