O Brasil e a Austrália estão atuando juntos em uma nova rodada de negociações com a China para tentar ampliar as cotas de exportação de carne bovina destinadas ao mercado chinês.
A movimentação ocorre após um crescimento expressivo nas vendas brasileiras para o país asiático, que registraram alta de cerca de 52%, levando os exportadores a se aproximarem do limite das cotas estabelecidas para 2026.
Com o sistema atual, quando o volume máximo é atingido, as exportações passam a ser taxadas com uma tarifa adicional de 55%, o que pode praticamente travar os embarques até a renovação das regras.
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Diante desse cenário, representantes dos dois países buscam flexibilizar ou redistribuir cotas não utilizadas por outros exportadores, como forma de evitar a interrupção do comércio e manter o fluxo de vendas para o maior importador mundial de carne bovina.
A China, que vem ampliando medidas de proteção ao seu setor pecuário doméstico, tem adotado regras mais rígidas de controle de importação, o que aumenta a pressão sobre grandes fornecedores como Brasil e Austrália.
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As negociações seguem em andamento e são vistas como estratégicas para o agronegócio brasileiro, que depende fortemente do mercado chinês para sustentar o ritmo de exportações no setor de proteínas animais.