Ativistas integravam flotilha com destino à Faixa de Gaza e tiveram embarcação interceptada em águas internacionais.
Três brasileiras que participavam da Global Sumud Flotilha (GSF), missão humanitária com destino à Faixa de Gaza, foram detidas por forças de Israel nesta segunda-feira (18), após a interceptação da embarcação em águas internacionais.
As ativistas Ariadne Teles, Thainara Rogério e Beatriz Moreira de Oliveira, integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), estavam a bordo da flotilha que levava ajuda humanitária à população palestina. Segundo o movimento, os participantes foram levados para território palestino ocupado após a abordagem.
Em nota, a GSF afirmou estar preocupada com a segurança física dos detidos e denunciou supostos episódios de violência, abuso físico e violações de direitos humanos praticados por forças israelenses em operações semelhantes anteriores.
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O grupo também destacou que ações contra embarcações humanitárias em águas internacionais representam desrespeito ao direito internacional e à liberdade de navegação.
A situação repercutiu internacionalmente e motivou uma manifestação conjunta do Ministério das Relações Exteriores do Brasil com governos de outros países, como Espanha, Turquia e Colômbia. No comunicado, os países classificaram como “arbitrária” a detenção dos ativistas e pediram a liberação imediata dos envolvidos.
Entre os detidos também está Margaret Connolly, irmã da presidente da Irlanda, Catherine Connolly. O governo irlandês informou que acompanha o caso por meio de sua embaixada em Israel e cobra esclarecimentos das autoridades israelenses.
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A comunidade internacional segue monitorando o episódio, enquanto organizações humanitárias reforçam pedidos por proteção às missões civis de ajuda destinadas à população palestina em Gaza.