Texto preserva a estrutura original da proposta e não incorpora emendas que poderiam comprometer a geração de vagas
Câmara dos Deputados aprovou o projeto que institui o Estatuto do Aprendiz, um novo marco legal que atualiza as regras da contratação de jovens aprendizes no Brasil. Com a aprovação, o texto segue agora para análise do Senado Federal, onde ainda passará por novas discussões e votação antes de uma possível sanção.
A proposta reformula a legislação da aprendizagem profissional, que atende jovens de 14 a 24 anos e pessoas com deficiência, com o objetivo de ampliar a inserção desse público no mercado de trabalho formal e fortalecer a formação técnico-profissional.
Entre os principais pontos do projeto estão a manutenção das cotas obrigatórias de contratação de aprendizes pelas empresas, além de regras mais detalhadas sobre direitos trabalhistas, jornada de trabalho e formação teórica e prática. O texto também reforça a ideia de que a aprendizagem deve ter caráter educativo, conciliando estudo e experiência profissional.
Veja também

Pai e filho morrem em grave acidente após colisão com caminhão em chamas em Minas Gerais
Estudante de 16 anos do Rio participa de documentário da ONU sobre a pandemia de Covid-19
A proposta ainda prevê exceções para microempresas, empresas de pequeno porte e algumas entidades sem fins lucrativos, que poderão ficar isentas da obrigatoriedade em situações específicas. Também há flexibilizações para setores com maior participação de jovens empregados, como o teleatendimento.
Outro destaque é a previsão de que, em casos em que a empresa não consiga oferecer atividades práticas, ela possa contribuir financeiramente para fundos ligados à aprendizagem profissional, como forma alternativa de cumprimento da obrigação legal.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Com a aprovação na Câmara, o projeto entra em uma nova etapa no Senado, onde poderá sofrer ajustes antes de uma eventual aprovação final. Se avançar sem alterações significativas, seguirá para sanção presidencial e poderá se tornar lei.