Vacinação contra a Influenza
A campanha nacional de vacinação contra a gripe começou no sábado (28), com prioridade para idosos, crianças e gestantes. A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) emitiu um alerta, indicando que a temporada de influenza nas Américas pode começar mais cedo em 2026 e apresentar impacto mais intenso. O objetivo é reforçar a proteção dos grupos mais vulneráveis e reduzir complicações graves, como pneumonia e hospitalizações.
Pessoas fora do público prioritário podem recorrer à rede privada para receber a vacina, disponível a partir dos seis meses de idade. O imunizante tetravalente, que protege contra quatro cepas do vírus, é o mais utilizado nas clínicas privadas, enquanto o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece a vacina trivalente, que protege contra três cepas. Ambas são eficazes e recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a forma mais segura de prevenir a gripe.
O preço da vacina na rede privada varia de R$ 90 a mais de R$ 180, dependendo da clínica, da região e do tipo de serviço oferecido, como vacinação domiciliar ou corporativa. Algumas clínicas permitem agendamento prévio, enquanto outras oferecem atendimento sem marcação, conforme disponibilidade. Além disso, há serviços voltados para empresas, que podem imunizar funcionários no local de trabalho com equipes especializadas.
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O alerta da Opas foi motivado pela antecipação da circulação da gripe no Hemisfério Norte, impulsionada pelo vírus influenza A (H3N2). Desde agosto de 2025, a vigilância genômica global identificou um crescimento rápido do subclado J.2.4.1, também chamado de subclado K, detectado em dezenas de países. Esse cenário reforça a necessidade de acompanhamento epidemiológico, atualização da vacina e aumento da cobertura vacinal para reduzir a propagação da doença.
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A vacinação precisa ser realizada anualmente devido à alta capacidade de mutação do vírus e à diminuição da proteção ao longo dos meses, especialmente em idosos e pessoas com comorbidades. Os sintomas da gripe incluem tosse seca, febre, dores no corpo, mal-estar e cansaço, podendo evoluir para complicações graves. Profissionais de saúde reforçam a importância de procurar atendimento imediato em casos de falta de ar, febre alta persistente ou piora do quadro respiratório, garantindo segurança e prevenção para toda a população.