Fontes da Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto dizem apenas que foram pedidas alterações
Prevista inicialmente para apenas negar a taxação do Pix, a campanha teve que ser reformulada para se adaptar à versão disseminada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) de que o real objetivo da fiscalização das remessas online acima de R$ 5 mil seria punir os trabalhadores informais. Por isso, as agências que atendem a Secom – Calia, Nova Nacional e Propeg – refizeram tudo, reforçando o direcionamento para esse público.
Mesmo assim, a campanha foi postergada. Fontes da Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto dizem apenas que foram pedidas alterações no material, previsto para ser divulgado na TV aberta, no rádio e nas redes sociais.
Mas há também na equipe do ministro Sidônio Palmeira quem avalie que a ofensiva pró-Pix perdeu o timing, já que o assunto “morreu”, parou de ser discutido na mídia.
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Nesse caso, o temor é que, conforme o que for veiculado, acabe reavivando a polêmica e se converta em um tiro no pé.A grande preocupação do superministro de Lula, agora, vai além da crise do Pix.
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A pesquisa Quaest divulgada no início da semana mostrou que pela primeira vez a proporção dos brasileiros que desaprova o governo (49%) é maior do que a dos que o aprovam ( 47%) – e a maior queda se deu justamente no Nordeste e entre os mais pobres, setores da sociedade que sempre foram massivamente pró Lula.
Fonte: O Globo