Após a confirmação das candidaturas de Mattheus Montenegro, atual vice-presidente geral, e Celso Barros, ex-presidente da Unimed-Rio, Ademar Arrais lançou a chapa de oposição "O Fluminense Tem Pressa" na noite desta quinta-feira, no salão nobre de Laranjeiras, para a eleição presidencial do clube — triênio 2026, 2027 e 2028.
O pleito ainda não tem data oficial, mas precisa acontecer na segunda quinzena de novembro, de acordo com o estatuto. Normalmente, ele ocorre em um sábado, o que pode mudar de data se necessário.
Ex-vice presidente de planejamento estratégico da gestão Peter Siemsen, Arrais é carioca e advogado com atuação na área do direito público. Ele já fez parte do conselho deliberativo do clube e conseguiu modificar o estatuto para que fosse possível votar diretamente para presidente, além de contribuir para a implantação da categoria sócio-futebol. O vice da chapa é Adyr Tourinho, que foi executivo de empresas multinacionais de petróleo, óleo e gás. Presente no evento, o jornalista Ricardo Mazella, então candidato, se juntou ao Arrais na oposição.
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Antes mesmo da saída do ex-vice Rafael Rolim da chapa “O Flu é dos tricolores”, Celso Barros, ex-presidente da Unimed Rio, pediu para que Arrais renunciasse e virasse vice de sua chapa, mas o advogado sequer cogitou a possibilidade, conforme apuração do GLOBO.
Segundo os líderes da chapa, o número mínimo de 200 assinaturas de sócios contribuintes e proprietários para oficializar a candidatura não é um problema, uma vez que já foi atingido. O recolhimento delas pode acontecer do dias 1º a 15 de novembro.
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Candidato de oposição, Arrais apresentou, nesta quinta, uma contestação judicial após ação movida pelo presidente Mário Bittencourt, que o acusa de ter questionado a sua honestidade e lisura na gestão do clube. O mandatário pede retratação pública e indenização de R$ 40 mil por danos morais.
Fonte: O Globo