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Cardiologistas dizem que síndrome afeta 90% das pessoas. Conheça a CKM
Foto: Reprodução

Pesquisa feita por cardiologistas afirma que 9 em cada 10 pessoas nos EUA desconhecem a síndrome CKM, que afeta coração, rins e metabolismo

Embora você provavelmente nunca tenha ouvido falar da síndrome CKM, há uma grande chance de que você mesmo seja afetado por ela. A condição, que indica disfunções cardiovasculares, renais e metabólicas combinadas (CKM, na sigla em inglês) afeta 90% da população nos Estados Unidos, segundo um artigo dos cardiologistas da American Heart Association (AHA) publicado em outubro.

 

Apesar de ser altamente prevalente, a doença é desconhecida na mesma proporção: nove de cada dez norte-americanos nunca ouviram falar do distúrbio. O desconhecimento, porém, é justificado: os cardiologistas caracterizaram a condição pela primeira vez em 2023, quando reuniram em uma única síndrome dos riscos de fatores que afetam estes três sistemas do organismo.

 

Passaram a ser considerados CKM aqueles pacientes que possuem condições como pressão alta, colesterol anormal, glicemia alta, excesso de peso (sobrepeso e obesidade) ou função renal reduzida.

 

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Os sistemas cardiovasculares, renais e metabólicos trabalham em conjunto e, por isso, um problema de saúde que afeta o desempenho de um deles acaba levando a repercussões em todos os demais. “A saúde da CKM se concentra na sua saúde geral. É um ciclo completo. Você pode cuidar da sua saúde geral com verificações regulares da pressão arterial, colesterol, peso, glicemia e função renal”, defende Sanchez.

 

Dentre as doenças cardiovasculares que mais fazem vítimas fatais, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) se destaca. Ele é causado devido à presença de placas de gordura que entopem os vasos sanguíneos cerebrais. Entre os sintomas estão: dificuldade para falar, tontura, dificuldade para engolir, fraqueza de um lado do corpo, entre outros

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A recomendação é de fazer avaliações regulares de saúde a partir dos 30 anos para diminuir o risco. A boa notícia é que mesmo para quem já foi diagnosticado com alguma das frentes do problema, há solução. Ela está na velha receita para quem quer ter uma saúde melhor: exercício físico, bem-estar mental e exercício físico são armas diretas para melhorar a condição.

 

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A AHA destaca porém, que essa melhoria não é uma tarefa apenas individual e é preciso pensar em políticas públicas que favoreçam a saúde da população, com melhorias no atendimento cardiológico e de obesidade, no acesso facilitado a tratamentos medicamentosos, em estratégias de rastreio amplo de risco cardíaco, entre outros.

 

 

Fonte: Revista Forum

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