Ministra do STF defende mecanismo de resposta rápida contra violência durante campanhas eleitorais
A ministra do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, sugeriu a criação de “brigadas eleitorais” para garantir mais segurança a mulheres candidatas durante as eleições de 2026.
A proposta foi apresentada durante uma aula magna na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e tem como objetivo criar equipes de resposta rápida para atuar em situações de ameaça, intimidação ou violência política de gênero ao longo das campanhas.
Segundo a ministra, a ideia é que essas brigadas funcionem de forma semelhante à Patrulha Maria da Penha, com atuação imediata para evitar agravamento de episódios de violência contra mulheres.
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“Se a gente não criar, vamos ter cada vez mais violência sendo praticada”, afirmou a magistrada ao defender a necessidade de medidas preventivas diante do aumento de casos de agressões e intimidações no ambiente político.
A proposta se baseia também na experiência de Cármen Lúcia à frente do Tribunal Superior Eleitoral durante as eleições de 2024, quando, segundo ela, ficou evidente a necessidade de ampliar mecanismos de proteção às candidatas.
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A criação das brigadas ainda não é uma medida oficial e deve passar por discussão entre autoridades e órgãos responsáveis pelo processo eleitoral, mas já acende o debate sobre segurança e participação feminina na política brasileira.