O grande inimigo da bateria não é a velocidade, e sim o calor
Você já deve ter ouvido alguém dizer que “carregar o celular rápido estraga a bateria”. A frase não totalmente verdadeira. Como muitas lendas tecnológicas, ela mistura fatos com exageros.
O carregamento rápido — aquele que promete 50% de bateria em 15 minutos — funciona aumentando a tensão e a corrente elétrica enviadas ao aparelho. Parece intenso, mas os smartphones modernos estão ainda mais espertos. Eles “conversam” com o carregador, controlando a quantidade exata de energia que recebem a cada momento.
O grande inimigo da bateria não é a velocidade, e sim o calor. Quando o celular esquenta demais, os íons de lítio dentro da bateria se degradam mais rápido. Por isso, carregar o aparelho em cima da cama, do sofá ou sob o sol pode ser muito mais prejudicial do que usar um carregador turbo.
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Além disso, os extremos de carga também envelhecem a bateria: deixá-la chegar a 0% ou mantê-la sempre em 100% não é uma boa ideia. O ideal é mantê-la entre 20% e 80%, a chamada “zona de conforto” da bateria.
Outra dica importante é usar sempre carregadores originais ou certificados. Modelos falsificados podem não respeitar os limites de segurança, causar superaquecimento e até risco de incêndio. Os sistemas de carregamento rápido atuais foram projetados para reduzir a potência quando a temperatura sobe. Em outras palavras, o próprio celular sabe a hora de desacelerar para se proteger.
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Na prática, isso significa que o carregamento rápido pode até acelerar um pouco o envelhecimento da bateria, mas de forma mínima e controlada. Então, entre o conforto de recarregar o celular em minutos e a preocupação com a saúde da bateria, a tecnologia moderna já encontrou um meio-termo.
Fonte: Extra