Medidas cautelares apresentados pelas defesas incluíam Cleusimar Cardoso e Ademar Cardoso Neto, mãe e irmão de Djidja
A juíza Roseane do Vale Cavalcante Jacinto, da Comarca de Manaus, decidiu manter as prisões preventivas dos réus envolvidos no Caso Djidja Cardoso. Em decisão proferida na última sexta-feira (19), a magistrada negou todos os pedidos de liberdade e relaxamento de medidas cautelares apresentados pelas defesas, que incluíam nomes como Cleusimar Cardoso e Ademar Cardoso Neto, mãe e irmão de Djidja.
A magistrada afastou a tese de excesso de prazo, justificando que a duração do processo é compatível com a complexidade do caso, o número de acusados e o volume de provas coletadas.
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O grupo é investigado pela captação e aplicação indiscriminada de cetamina, substância de uso veterinário que teria sido disseminada em ambiente familiar e comercial.
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De acordo com a juíza, os requisitos para a prisão preventiva continuam presentes: há provas de materialidade, indícios de autoria e risco à ordem pública devido à prática reiterada dos crimes. Além de manter as prisões, Roseane Jacinto negou a substituição por medidas alternativas, como a prisão domiciliar ou deslocamentos interestaduais, e manteve o uso de tornozeleira eletrônica para réus que respondem em liberdade, como Verônica Seixas.