A juíza do 2º Tribunal do Júri, Elizabeth Machado Louro, determinou que as defesas dos réus e o MP apresentem suas testemunhas para o julgamento
Quatro anos após a morte de Henry Borel, de apenas 4 anos, a juíza Elizabeth Machado Louro, do 2º Tribunal do Júri, marcou para 23 de março do próximo ano o júri que colocará frente a frente Monique Medeiros e o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, acusados de tortura e homicídio triplamente qualificado.
O anúncio foi feito em despacho publicado nesta terça-feira. Nele, a magistrada também definiu quantas testemunhas cada parte poderá levar ao plenário — sete para a defesa de Monique, sete para a de Jairinho e outras sete para o Ministério Público.
À época do crime, Monique e Jairinho eram namorados. Era no apartamento dele, no condomínio Majestic, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, que Henry passou suas últimas horas de vida. O casal levou o menino ao Hospital Barra D’Or alegando um acidente doméstico. Mas a versão caiu por terra ao longo das investigações: para a Polícia Civil, Henry foi vítima de tortura. Ambos negam.
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Jairinho teve o mandato de vereador e o registro profissional de médico cassados. Monique era professora da rede municipal. Ambos permanecem presos preventivamente.
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Os dois foram pronunciados pelo Tribunal de Justiça do Rio em novembro de 2022, quando a juíza Elizabeth Machado Louro determinou que fossem submetidos a júri popular.
Fonte: O Globo