Regiões Sul e Sudeste concentram as taxas mais elevadas da doença
Os casos de câncer de pele no Brasil cresceram de forma alarmante nos últimos 10 anos, passando de cerca de 4 mil diagnósticos em 2015 para mais de 72 mil em 2025, apontam dados oficiais analisados por especialistas em saúde pública. Esse aumento expressivo evidencia uma tendência preocupante e reforça a necessidade de ações de prevenção e diagnóstico precoce.
O câncer de pele é o tipo de tumor mais comum no país, e sua alta incidência está fortemente associada à exposição excessiva ao sol sem proteção adequada — especialmente em regiões de clima tropical e intenso índice ultravioleta, como a maior parte do território brasileiro.
Entre os fatores que contribuem para essa escalada de casos estão:
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Deficiência no uso de protetor solar, tanto na rotina diária quanto durante atividades externas prolongadas;
Desinformação sobre os riscos da radiação ultravioleta;
Maior conscientização e capacidade diagnóstica, que pode ter elevado o número de registros nos sistemas de saúde ao longo dos anos;
Especialistas alertam que o câncer de pele é altamente tratável quando detectado precocemente, mas o sucesso do tratamento depende de busca rápida por atendimento e observação de sinais como lesões que mudam de cor, sangram ou não cicatrizam por semanas.

Foto: Reprodução
A recomendação dos dermatologistas inclui:
uso diário de protetor solar com fator adequado;
roupas de proteção, chapéus e óculos escuros em exposições solares intensas;
autoexame regular da pele e consulta ao dermatologista ao notar qualquer alteração suspeita.
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O aumento dos diagnósticos reforça a importância de campanhas educativas e políticas públicas eficazes para reduzir a incidência e mortalidade pelo câncer de pele no país.