O Amazonas registra um aumento nos casos da doença mão-pé-boca, situação que tem levado autoridades de saúde a reforçar medidas de prevenção e monitoramento. A infecção viral afeta principalmente crianças pequenas e costuma se espalhar com facilidade em ambientes coletivos, como creches e escolas.
A doença é causada por vírus da família dos enterovírus e geralmente provoca febre, dor de garganta, mal-estar e o aparecimento de pequenas bolhas ou feridas nas mãos, nos pés e na boca. Embora a maioria dos pacientes apresente evolução leve e se recupere em poucos dias, o aumento das notificações tem gerado atenção das equipes de saúde.
Especialistas alertam que a transmissão ocorre por contato com saliva, secreções respiratórias, fezes e objetos contaminados, o que favorece a ocorrência de surtos entre crianças. Por isso, a higiene frequente das mãos e a limpeza de brinquedos e superfícies são consideradas medidas fundamentais para reduzir o contágio.
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As autoridades recomendam que pais e responsáveis fiquem atentos aos sintomas e procurem atendimento médico caso a criança apresente febre persistente, dificuldade para se alimentar ou sinais de desidratação. Também é orientado que crianças com sintomas permaneçam em casa para evitar a disseminação da doença.
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Apesar da preocupação com o aumento dos casos, a doença mão-pé-boca costuma ter boa evolução clínica na maior parte dos pacientes, sendo o tratamento voltado principalmente para o alívio dos sintomas e a manutenção da hidratação.