Estudante da UNIG causou pânico e revolta ao exibir partes íntimas durante confusão generalizada na Baixada Fluminense.
A manhã da última terça-feira (24) foi marcada por um episódio de extrema tensão e constrangimento no campus da Universidade Iguaçu (UNIG), em Nova Iguaçu. O que deveria ser uma aula comum de Direito transformou-se em caso de polícia quando um aluno, ainda não identificado oficialmente, protagonizou uma cena de total desrespeito ao se despir completamente diante de uma professora e de dezenas de colegas.
De acordo com relatos de alunos que presenciaram a cena, o clima na sala de aula já estava pesado devido ao comportamento errático e agressivo do estudante. A professora, na tentativa de manter a ordem e a etiqueta acadêmica, questionou a postura e as vestimentas do rapaz.
Em vez de acatar a orientação pedagógica, o aluno reagiu de forma desproporcional. Em um surto de audácia e desequilíbrio, ele retirou as calças e a cueca, expondo seus órgãos genitais diretamente para a docente e para os demais estudantes que filmavam a ação.
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O vídeo, que rapidamente viralizou em grupos de mensagens e redes sociais, mostra o desespero de alguns presentes e a tentativa de outros alunos em conter o agressor, que parecia ignorar a gravidade de seus atos.
A segurança da universidade foi acionada às pressas para retirar o jovem do local e evitar um linchamento ou desdobramentos físicos maiores.
A Polícia Militar do Rio de Janeiro chegou ao campus pouco tempo depois. O estudante foi conduzido à delegacia local, onde o caso foi registrado. A aula foi suspensa imediatamente, deixando o corpo discente em estado de choque com a quebra da integridade do ambiente de ensino.
Diferente do que muitos acreditam, tal ato não é apenas um "deslize disciplinar". No ordenamento jurídico brasileiro, a exposição de partes íntimas sem consentimento, com o objetivo de satisfazer desejo próprio ou causar constrangimento de cunho sexual, pode ser tipificada como Importunação Sexual (Lei 13.718/2018), cuja pena pode chegar a 5 anos de reclusão.
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Além disso, o aluno enfrenta o risco iminente de expulsão sumária da instituição por infração gravíssima ao código de ética universitário.
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