Thairo Arruda respondeu perguntas de integrantes do conselho do clube social e avaliou a situação dos cofres do alvinegro
O imbróglio judicial envolvendo John Textor e a SAF do Botafogo segue gerando reflexos dentro do clube. Na noite de terça-feira, o CEO do alvinegro, Thairo Arruda, respondeu pergunta dos conselheiros do clube social em uma assembleia extraordinária e deu detalhes sobre a situação financeira, alertando sobre a dificuldade financeira para o próximo ano e a necessidade de um aporte de cerca de R$ 350 milhões.
Segundo informações do ge, o CEO explicou aos conselheiros que o Botafogo só tem garantias financeiras suficientes para encerrar o ano de 2025 — ele garantiu que a equipe consegue equilibrar as contas tanto por venda de jogadores (Almada, John e Cuiabano) quanto pela assinatura do contrato de um novo patrocínio de três anos.
"Ainda tem muita receita", disse o dirigente, que falou ainda que "assim como qualquer clube do Brasil, (o Botafogo) tem dificuldade de caixa", além de ressaltar o "time muitíssimo qualificado na área financeira da SAF, que sabe lidar com esse problema".
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A partir de 2026, no entanto, a situação se torna mais complicada. Thairo estimou que um aporte de R$ 350 milhões seria suficiente equilibrar as contas e garantir um ano competitivo, apesar de ressaltar que ele não é o responsável por decisões como essa.
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— O caixa que a gente precisa depende do planejamento para 2026, que está sendo discutido agora. Depende do apetite do investidor. Depende de como a gente vai construir o plano do que vem que ainda está sendo discutido. É muito difícil falar qual é a dificuldade de caixa do Botafogo quando se tem essas discussões em andamento — afirmou.
Fonte: O Globo