A vacinação contra a dengue enfrenta um desafio no Brasil: cerca de 3 milhões de adolescentes ainda não completaram o esquema vacinal recomendado. A situação preocupa as autoridades de saúde, já que a proteção prevista pelo imunizante depende da aplicação das duas doses indicadas.
A vacina contra a dengue é destinada, na estratégia adotada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. O esquema prevê duas aplicações, com intervalo de três meses entre elas, para ampliar a proteção contra a doença.
A baixa adesão à segunda dose pode deixar parte do público-alvo sem completar a imunização. Por isso, os serviços de saúde reforçam a importância de que pais e responsáveis verifiquem a caderneta de vacinação e procurem uma unidade de saúde caso a dose de reforço esteja pendente.
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A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e pode provocar febre alta, dor de cabeça, dores no corpo, manchas na pele e mal-estar. Em casos graves, a doença pode causar sangramentos, queda de pressão e outras complicações que exigem atendimento médico imediato.
Além da vacinação, as autoridades destacam que o combate aos focos do mosquito continua essencial. Eliminar água parada em recipientes, caixas-d’água, pneus e vasos de plantas ajuda a reduzir a reprodução do vetor e o risco de transmissão.
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A orientação é que os adolescentes que já receberam a primeira dose procurem uma unidade de saúde para conferir quando devem receber a segunda aplicação. Completar o esquema vacinal, junto com as medidas de prevenção, é uma forma de fortalecer a proteção individual e coletiva contra a dengue.