Apuração busca saber se emendas foram para Dark Horse, o que seria desvio de finalidade. Mario Frias já negou ao STF que dinheiro destinado à produtora do filme tenha sido usado para, na ponta, financiar o filme com dinheiro público.
A Controladoria-Geral da União (Controladoria-Geral da União) abriu uma auditoria para investigar se recursos públicos de emendas parlamentares teriam sido utilizados, de forma direta ou indireta, no financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A apuração faz parte de um conjunto de ações de fiscalização sobre a destinação de verbas federais e foi motivada por suspeitas de que parte dos recursos poderia ter sido direcionada a projetos ligados à produção audiovisual do longa.
O caso está relacionado a outras investigações que já vinham sendo conduzidas por órgãos de controle e pelo Supremo Tribunal Federal (Supremo Tribunal Federal), que analisam possíveis irregularidades no uso de emendas parlamentares em contratos e entidades ligadas ao setor cultural.
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Segundo as apurações, o foco está em entender se houve desvio de finalidade na aplicação das verbas, o que poderia configurar uso indevido de dinheiro público.
O filme citado nas investigações já havia sido alvo de questionamentos anteriores sobre sua forma de financiamento, incluindo suspeitas envolvendo contratos públicos e repasses indiretos.
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A CGU ainda não confirmou conclusões finais, e a auditoria segue em andamento para rastrear o caminho dos recursos e verificar eventuais responsabilidades.