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Chacina no Distrito Federal: corpo de vítima foi esquartejado e escondido em cova, revela investigação
Foto: Reprodução

A informação foi confirmada pelo delegado Ricardo Viana, na manhã desta terça-feira (14/4), no Tribunal do Júri dos envolvidos no crime

Detalhes chocantes vieram à tona durante as investigações da chacina que marcou o Distrito Federal e resultou na morte de 10 pessoas de uma mesma família. Segundo apuração das autoridades, uma das vítimas teve o corpo esquartejado em nove partes, que foram posteriormente ocultadas em uma cova, em uma tentativa dos criminosos de dificultar a identificação e atrasar as investigações.

 

O crime, ocorrido entre o fim de 2022 e o início de 2023, é considerado um dos mais brutais da história recente da região. De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, os assassinatos foram planejados com antecedência e executados de forma sistemática, envolvendo sequestros, extorsões e ocultação de cadáveres.

 

As vítimas foram atraídas uma a uma pelos suspeitos, que utilizavam os celulares de familiares já capturados para enganar outras pessoas e levá-las até os locais onde eram mantidas em cativeiro. Ao longo dos dias, todas foram mortas em diferentes circunstâncias, muitas vezes com o objetivo de eliminar testemunhas e garantir que o crime não fosse descoberto.

 

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As investigações também apontam que os corpos foram ocultados de diversas formas, incluindo enterramento, queima e abandono em áreas isoladas. Em um dos casos mais impactantes, o esquartejamento e a divisão do corpo em várias partes evidenciam o nível de violência empregado pelo grupo criminoso.

 

O principal objetivo dos suspeitos seria tomar posse de uma chácara localizada na região do Itapoã, além de obter dinheiro das vítimas. Para isso, o grupo arquitetou um plano que envolvia não apenas os assassinatos, mas também o controle financeiro da família por meio de ameaças e manipulação de informações.

 

Atualmente, os cinco acusados respondem por diversos crimes, como homicídio qualificado, ocultação de cadáver, extorsão mediante sequestro e associação criminosa. Eles estão sendo julgados pelo Tribunal do Júri, e, caso condenados, as penas podem ultrapassar centenas de anos de prisão.

 

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O caso segue sendo acompanhado de perto pela Justiça e pela sociedade, não apenas pela gravidade dos crimes, mas também pela complexidade da investigação e pelo impacto causado pela violência extrema contra uma única família. 

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