O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade de Loughborough, no Reino Unido, liderados pelo físico Pavel Borisov
Um novo avanço na computação pode transformar o futuro da inteligência artificial. Pesquisadores desenvolveram um chip inspirado no funcionamento do cérebro humano capaz de reduzir o consumo de energia em até 2.000 vezes em comparação com sistemas tradicionais.
O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade de Loughborough, no Reino Unido, liderados pelo físico Pavel Borisov. A proposta busca resolver um dos maiores desafios da IA moderna: o alto gasto energético necessário para processar grandes volumes de dados. Diferente dos computadores tradicionais, que separam memória e processamento, o novo chip realiza essas funções no mesmo lugar.
Além disso, ele utiliza um componente chamado memristor, que consegue “lembrar” sinais anteriores e ajustar seu comportamento com base nisso. Dessa forma, o sistema aprende de maneira mais eficiente, imitando as conexões neurais do cérebro.
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O segredo está na chamada computação neuromórfica. Em vez de simular inteligência apenas via software, o chip replica fisicamente a lógica do cérebro.
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Por exemplo, ele cria conexões complexas entre seus componentes, permitindo que o processamento aconteça diretamente no material. Assim, reduz a necessidade de transferir dados constantemente entre memória e processador, uma das principais causas do alto consumo de energia. Hoje, sistemas de inteligência artificial exigem enormes quantidades de energia, principalmente em data centers.