Estudo internacional revela como alimentos ricos em flavonóides podem reduzir em 16% o risco de mortalidade e proteger contra doenças crônicas
Um estudo científico publicado na renomada revista Nature Food está revolucionando nossa compreensão sobre nutrição e longevidade. A pesquisa, conduzida por uma equipe internacional de cientistas da Austrália, Áustria e Reino Unido, acompanhou mais de 120.000 participantes por uma década e descobriu que o consumo estratégico de certos alimentos pode ser o segredo para uma vida mais longa e saudável.
Os flavonóides – compostos bioativos encontrados em alimentos vegetais – demonstraram efeitos extraordinários na saúde humana. O estudo revela que:Redução de 16% na mortalidade por todas as causas com ingestão diária de 500mg de flavonoides (equivalente a 2 xícaras de chá)
Diminuição de 10% no risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e problemas respiratórios.
Proteção adicional contra câncer e doenças neurodegenerativas quando há diversidade no consumo.
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“Esta é a primeira vez que demonstramos cientificamente que a variedade de flavonóides é tão crucial quanto a quantidade consumida”, explica o professor Tilman Kuhn, da Universidade Médica de Viena e coautor do estudo.A pesquisa identificou os principais alimentos que devem fazer parte de uma dieta protetora:
Chocolate amargo (70-85% cacau): rico em flavonóis, melhora a pressão arterial e humor
Frutas vermelhas (mirtilos, morangos, framboesas): potentes em antocianinas, combatem diabetes

Foto: Reprodução
Maçãs (com casca): contêm quercetina, com efeito anti-inflamatório
Chás (verde, preto, branco): fontes concentradas de catequinas
Frutas Cítricas (laranjas, limões): ricas em flavanonas que fortalecem imunidadeO estudo descobriu que participantes que consumiam flavonóides de diversas fontes obtiveram benefícios 20% maiores na prevenção de doenças crônicas comparados àqueles que consumiam a mesma quantidade de um único tipo.
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“A variedade amplia os benefícios de forma sinérgica. Trocas simples na dieta podem gerar ganhos reais para a saúde pública”, afirma a professora Aedín Cassidy, da Queen’s University Belfast e uma das líderes da pesquisa.
Fonte: Agro em Campo