Passagem do ciclone-bomba no Rio Grande do Sul deixa uma morte, além de danos e destruição em 94 municípios
Um ciclone-bomba provocou uma onda de destruição no Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (7), com rajadas de vento que chegaram a 132 km/h e deixaram pelo menos uma pessoa morta e três feridas. O fenômeno atingiu diversas regiões do estado, causando queda de árvores, destelhamentos e danos em estruturas.
Segundo a Defesa Civil, o caso mais grave ocorreu em Montenegro, na Região Metropolitana de Porto Alegre, onde um motociclista de 33 anos morreu após ser atingido por uma árvore que caiu durante o temporal na rodovia RS-124. As autoridades investigam a relação direta entre o acidente e a passagem do ciclone.
A força dos ventos provocou estragos em 94 municípios gaúchos. Em Porto Alegre, foram registradas as maiores rajadas, chegando a 132 km/h. Outras cidades também tiveram ventos intensos, como Capela de Santana e São Pedro do Sul, com 117 km/h, além de Picada Café, com 114 km/h.
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Além dos ventos violentos, o fenômeno trouxe queda brusca nas temperaturas e possibilidade de geada em algumas regiões do estado. A previsão indica que áreas da Campanha e da Serra podem registrar marcas próximas de zero grau, enquanto o frio deve continuar nos próximos dias.
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O ciclone-bomba é formado quando um ciclone extratropical passa por uma intensificação rápida, com queda acentuada da pressão atmosférica em pouco tempo. O encontro entre massas de ar quente e frio fortalece o sistema, aumentando a velocidade dos ventos e o potencial de destruição.
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