Asteroides e guerras nucleares estão entre os piores cenários ??para o fim da vida na Terra, mas um animal poderia ser capaz de sobreviver
Pesquisadores e divulgadores científicos exploram uma questão fascinante: qual organismo poderia ser o último sobrevivente da vida na Terra, caso todas as outras formas de vida fossem extintas? Essa reflexão combina conhecimento biológico com cenários de longo prazo sobre o futuro do planeta.
A vida na Terra tem uma história de pelo menos 3,7 bilhões de anos, resistindo a extinções em massa e mudanças ambientais drásticas. Mesmo quando eventos catastróficos eliminaram a maioria das espécies, organismos simples — e extremamente resistentes — continuaram a prosperar.
Entre os candidatos mais prováveis para sobreviver em condições extremas estão os tardígrados — também chamados de “ursos-d’água” — microrganismos minúsculos conhecidos por sua impressionante resistência. Eles conseguem suportar temperaturas extremas, vácuo espacial, radiação intensa, falta de água por décadas e outros fatores letais para a maioria dos seres vivos.
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Essa capacidade de entrar em um estado de criptobiose — no qual quase toda a água é expelida e o organismo permanece em animacão suspensa — torna os tardígrados fortes candidatos a persistirem mesmo diante de cenários devastadores. Por isso, em discussões sobre “o último ser vivo da Terra”, eles frequentemente figuram no topo das hipóteses.

Foto: Reprodução
Cientistas destacam, entretanto, que todas as formas de vida conhecidas na Terra compartilham uma história evolutiva comum, remontando a um ancestral universal que viveu há bilhões de anos, e que a sobrevivência de qualquer espécie depende de muitos fatores ambientais complexos.
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A reflexão sobre o “último sobrevivente” ajuda a ilustrar a resiliência e diversidade da vida, assim como os desafios enfrentados por organismos diante de mudanças ambientais drásticas ao longo de milhões de anos.