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Cineteatro Guarany abre programação da Ecoa com sessão dedicada ao cinema socioambiental brasileiro
Foto: Divulgação

Mostra exibe filmes sobre comunidades amazônicas, infância indígena e preservação ambiental

O Cineteatro Guarany recebe, na sexta-feira (22/06), às 18h, a sessão de abertura da 2ª edição da Ecoa - Mostra Socioambiental de Cinema de Manaus, dentro da programação do “Cineclube de Arte”. Com entrada gratuita e classificação livre, a mostra reúne produções brasileiras para discussões sobre território, memória, identidade e meio ambiente.

 

A iniciativa conta com apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, e busca ampliar o acesso do público a obras audiovisuais que refletem sobre questões socioambientais e diferentes realidades amazônicas. O Cineteatro Guarany está localizado na Villa Ninita, anexo ao Palácio Rio Negro, na avenida Sete de Setembro, 1.546, Centro.



A sessão de abertura apresenta os filmes “Mulheres que Sustentam a Amazônia”, dirigido por Victor Rosalino, e “Do Colo da Terra”, de Renata Meirelles e David Vêluz. As produções abordam temas ligados ao cotidiano comunitário, à infância indígena, à espiritualidade e às relações construídas entre pessoas, território e natureza.

 

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Segundo Henrique Amud, um dos responsáveis pela mostra, a ECOA surge como um espaço para a circulação de filmes que promovem reflexões sobre comunidade, território e preservação ambiental. “A nossa intenção é trazer filmes que discutam identidade, memória, território e preservação da natureza, aproximando o público dessas realidades e dessas vivências”, afirmou.

 

Ao todo, 29 filmes foram selecionados para compor a programação da mostra, entre longas e curtas-metragens brasileiros. Deste total, seis obras têm produção amazonense ou direção de realizdores do estado, fortalecendo o diálogo entre o audiovisual local e produções de outras regiões do país.

 

Além das exibições, a mostra propõe espaços de troca e debate a partir das obras apresentadas, estimulando discussões sobre pertencimento, coletividade e questões socioambientais contemporâneas. Para Henrique Amud, o cinema também funciona como ferramenta de aproximação entre diferentes experiências e territórios.

 

“A mostra fala muito sobre viver em comunidade e sobre perceber que essas questões fazem parte da nossa realidade. São filmes que trazem experiências muito humanas e que ajudam a ampliar esse olhar coletivo”, destacou.

 

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Após a abertura no Cineteatro Guarany, a programação da ECOA continua nos dias 23 e 24 de maio, no Teatro Gebes Medeiros, com sessões acessíveis e debates após as exibições. No sábado (23/06), as atividades acontecem às 16h, 17h30 e 19h15. E no domingo (24/06), as sessões serão realizadas às 15h, 16h35 e 18h15. 

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