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Cinturinha de boneca: professor é afastado suspeito de assédio sexual contra alunas em Santa Catarina
Foto: Roberto Zacarias/Secom/Divulgação

Casos teriam ocorrido com alunas de 14 e 15 anos em escolas públicas da rede estadual e municipal.

Um professor de Educação Física foi afastado das escolas onde trabalhava em Jaguaruna, no Sul de Santa Catarina, após ser acusado de assédio e importunação sexual contra alunas adolescentes. Alunas de 14 e 15 anos relataram que o professor tocava partes do corpo como rosto, cabelo, costas, cintura e nádegas durante as aulas e atividades físicas.

 

A medida foi tomada a pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), com base em investigação da Polícia Civil e divulgada nesta quarta-feira (29).

 

Segundo o MPSC, os casos teriam ocorrido entre 2024 e agosto de 2025, em escolas públicas da rede estadual e municipal. Há também registros semelhantes feitos em 2021.

 

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O professor também teria feito comentários constrangedores sobre a aparência das alunas, como “cinturinha de boneca” e “vocês estão muito bonitas”.

 

Em outro caso, o professor fez um comentário de cunho sexual ao ver uma aluna enchendo uma bola, o que a deixou constrangida. A investigação também aponta que ele abraçava estudantes, pedia para segui-las nas redes sociais e as intimidava após as denúncias.

 

De acordo com a Justiça, as alunas relataram crises de ansiedade e passaram a evitar as aulas por medo de novos episódios de abuso.

 

A promotora Raísa Carvalho Simões Rollin, da 2ª Promotoria de Justiça de Jaguaruna, defendeu medidas cautelares, já que o professor atuava em duas escolas da cidade.

 

PROFESSOR JÁ HAVIA SIDO AFASTADO

 

O afastamento foi determinado na última quarta-feira (22). O professor está proibido de entrar nas escolas, se aproximar das vítimas e testemunhas, inclusive por redes sociais ou por terceiros, e deve manter distância mínima de 300 metros.

 

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Antes disso, o professor já havia sido afastado por 60 dias em um processo administrativo. O MPSC considerou necessário ampliar a medida para o âmbito criminal. Se descumprir as determinações, ele pode ser preso preventivamente.

 

Fonte: G1

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