Companhia amazonense levou oficinas e apresentações gratuitas de circo contemporâneo para cidades da região Norte do Brasil.
A Circo Caboclo encerrou a temporada regional do projeto Viveiro Acrobático após passar por diferentes cidades da Amazônia com oficinas e apresentações gratuitas de circo contemporâneo.
A iniciativa percorreu municípios do Amazonas, Acre, Pará, Roraima e Tocantins, promovendo atividades em escolas, praças e espaços culturais nas cidades de Manaus, Iranduba, Itacoatiara, Manacapuru, Presidente Figueiredo, Rio Branco, Belém, Santarém, Boa Vista e Palmas.
Criado pelo artista e produtor cultural Jean Winder, o projeto uniu acrobacia, dança, teatro e música em uma programação voltada à valorização do circo contemporâneo produzido na Amazônia.
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Segundo Winder, a primeira etapa aconteceu entre setembro e outubro do ano passado em escolas públicas do Amazonas. Já a segunda fase ampliou as atividades para o público em geral, promovendo intercâmbio entre artistas e fortalecendo a circulação cultural na região Norte.
A programação incluiu oficinas de manipulação de bambolês, acrobacias de solo, tecido acrobático e apresentações do espetáculo “Viveiro Acrobático”.
O projeto foi contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, executada no Amazonas pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Conselho Estadual de Cultura.
Formado pela Escola Nacional de Circo e pela Universidad Nacional de San Martín, Jean Winder destacou que a circulação fortaleceu o sentimento de pertencimento dos artistas amazônicos e reforçou a importância das políticas públicas para o setor cultural.
Além de Winder, o elenco contou com Paloma Blandina e Laísa Fonseca. A equipe técnica reuniu profissionais de diferentes estados da região Norte, consolidando uma rede colaborativa entre artistas e produtores culturais amazônicos.
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Ao final da temporada, o projeto reafirmou o circo contemporâneo amazônico como uma importante expressão artística e cultural no cenário nacional.