Rosto do movimento Looksmaxxing é permanente banido da plataforma devido ao conteúdo perigoso e violação de termos de serviço
O influenciador conhecido como Clavicular voltou a ser alvo de medidas severas do YouTube após a plataforma encerrar definitivamente canais associados ao criador de conteúdo, em meio a acusações de violação das regras da comunidade e reincidência em práticas proibidas pela empresa.
A decisão ocorre meses depois da primeira remoção de seu canal principal, quando o criador já havia sido punido por conteúdos considerados inadequados e por tentar contornar restrições da plataforma criando novos perfis.
Agora, o YouTube reforçou a punição ao identificar canais adicionais ligados ao influenciador e determinou sua exclusão permanente.
Clavicular, cujo nome verdadeiro é Braden Peters, ficou conhecido na internet por produzir conteúdos ligados ao chamado “looksmaxxing”, uma subcultura online que incentiva a busca extrema por melhorias estéticas e mudanças físicas, muitas vezes envolvendo práticas controversas e arriscadas.
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O tema ganhou popularidade em redes sociais, mas também passou a ser alvo de críticas de especialistas e plataformas digitais. Segundo informações divulgadas, a plataforma entendeu que houve violação das diretrizes que proíbem a criação de novos canais após suspensão, além de conteúdos que estariam associados a práticas consideradas perigosas ou que promovem comportamentos prejudiciais.
Com isso, o YouTube reforçou o bloqueio e ampliou as restrições contra qualquer tentativa de retorno do influenciador ao serviço.
O caso de Clavicular já vinha chamando atenção anteriormente devido à repercussão de seus conteúdos e à forma como ele aborda temas ligados à aparência e transformação corporal. Em outras ocasiões, o influenciador também esteve envolvido em polêmicas que aumentaram a pressão sobre as plataformas para restringir sua atuação.

Foto: Reprodução
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A decisão do YouTube reacende o debate sobre os limites da liberdade de criação de conteúdo nas redes sociais e até que ponto plataformas digitais devem intervir em casos envolvendo subculturas online controversas.