Ex-jogador, absolvido da acusação por agressaõ sexual, voltou à rede profissional desde que saiu da prisão
Longe das redes sociais, mas nem tanto. Desde que foi acusado por uma jovem de 23 anos por agressão sexual no banheiro de uma boate em Barcelona, em 31 de dezembro de 2022, Daniel Alves deletou seu perfil no Instagram. Só se tinha alguma notícia dele de acordo com a movimentação do processo criminal ao qual respondia e pela mulher, Joana Sanz.
Nesse período, ele também investiu seu dinheiro e diversificou seus negócios(apesar de na época da prisão ter precisado de R$ 1 milhão de Neymar Pai). Hoje, Daniel Alves é dono da CFC High School, que forma atletas; da OQP Sport & Management, para agenciar jogadores e levar seu know how aos times de futebol; é sócio investidor da Anne Global Beauty, de sua mãe; e fundou recentemente a Twins Açaí Premium. Ainda injetou capital num app de eventos no Brasil e está ajudando a mulher, Joana Sanz, a abrir sua própria marca de moda praia:
Condenado em fevereiro de 2024 (e absolvido agora, um ano depois) a quatro anos e meio de prisão, o ex-jogador, que estava detido já há 14 meses naquela época, pagou uma fiança de R$ 5 milhões e deixou a prisão, cumprindo o regime em liberdade provisória, em março do ano passado.
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Foi nessa mesma época que o baiano se debruçou sobre o Linkedin. Isso mesmo. A rede de network profissional passou a ser a janela de Alves para o mundo digital.
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Foto: Reprodução
Há 11 meses, ele posta fotos, relembra momentos da carreira nos campos e, principalmente, empreende num novo ramo, além dos negócios que abriu neste tempo de “prisão domiciliar”: tornou-se uma espécie de coach.
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Com reflexões que caberiam na prateleira de autoajuda, Daniel Alves avalia o mercado e prega, sobretudo, resiliência: “Suas cicatrizes são as marcas que lembram que, para vencer, você tem que pagar um preço... Quanto maior a vitória, maior o preço a pagar! Exemplo claro: Jesus Cristo”.
Fonte: Extra