Avião com 64 pessoas, sendo 60 passageiros e quatro tripulantes, colidiu com helicóptero do Exército dos EUA que levava três soldados
Quarenta e três corpos das vítimas da colisão entre um avião e um helicóptero nessa quarta-feira (29/1) nas proximidades do Aeroporto Nacional Reagan, em Washington D.C., Estados Unidos, foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros, segundo a imprensa internacional. No total, 67 pessoas morreram na tragédia aérea — 64 estavam na aeronave, e três, no helicóptero do Exército dos EUA.
Para agilizar a operação de resgate, equipes de resposta montaram um necrotério móvel perto do local do acidente, onde uma estrutura especial recebe os restos mortais das vítimas, enquanto mergulhadores recuperam os corpos do Rio Potomac.
Foram instaladas grandes tendas vermelhas, ambulâncias e equipes médicas na Unidade de Apoio Aéreo, do Departamento de Polícia Metropolitana, localizada na base da Ponte Frederick Douglas.
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O tempo em Washington estava limpo no momento do acidente, e não há nenhuma indicação imediata do que pode ter causado a colisão entre as aeronaves.
As temperaturas na região estão abaixo de zero. Qualquer período na água seria extremamente perigoso para um sobrevivente. O frio e o vento dificultam o resgate dos corpos.
Em coletiva de imprensa, o chefe dos bombeiros de Washington afirmou que as equipes de resgate não acreditam que haja sobreviventes e que trabalham para recuperar as vítimas.
Ambas as aeronaves foram localizadas no rio Potomac. O avião foi encontrado invertido, em três seções.
A American Airlines criou uma linha telefônica para parentes que acreditam ter perdido alguém a bordo.
Todas as decolagens e pousos foram interrompidos no Aeroporto Nacional Reagan. O aeroporto deve abrir por volta das 11h (14h no horário de Brasília).
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Após o resgate dos restos mortais no rio Potomac, eles serão levados para um necrotério. Só depois disso as famílias das vítimas poderão liberar os corpos.
Fonte: Metrópoles