O ineditismo foi possível por meio de uma aliança improvável no segundo turno, quando o PT deu “apoio crítico” a Leite contra Onyx Lorenzoni (PL)
O MDB é importante no estado. O partido teve candidatos a governador em todas as eleições, com exceção da última, quando me apoiou — argumentou o ex-tucano.
Leite diz esperar que uma composição seja feita “no momento adequado” para a vaga de vice e as duas ao Senado, incluindo no xadrez os partidos aliados.
O cenário eleitoral, por si só, passa ares de novidade, uma vez que os gaúchos quebraram uma escrita de décadas e reelegeram, pela primeira vez, um mandatário para o Palácio Piratini. O ineditismo foi possível por meio de uma aliança improvável no segundo turno, quando o PT deu “apoio crítico” a Leite contra Onyx Lorenzoni (PL).
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Tivemos um desempenho muito positivo há três anos, então tenho aparecido como possível candidato de novo ao governo gaúcho. Mas a prioridade é apresentar um nome que represente o campo popular e democrático — afirma Edegar Pretto, petista que não foi ao segundo turno por apenas 2,5 mil votos. — Vamos começar no segundo semestre a compor uma frente, abrir diálogo com os partidos que compõem o governo do presidente Lula.
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Aquela unidade que construímos foi o que nos levou à votação expressiva em 2022.No PT, a estratégia mais provável é a de uma nova candidatura de Pretto, direcionando o deputado federal Paulo Pimenta, ex-ministro da Secom do governo Lula, para o Senado. A meta é atrair o PDT da ex-deputada federal Juliana Brizola para compor a chapa. Ela foi a surpresa da eleição municipal de Porto Alegre em 2024, quando chegou em terceiro. Internamente, contudo, o potencial de votos de Juliana revelado nas pesquisas e o fato de o PDT compor a base de Leite pesam contra.
Fonte: O Globo