Os preços dos comerciais exibidos durante o Super Bowl atingiram um novo recorde histórico e chegaram a US$ 10 milhões por inserção, segundo revelou à Bloomberg o diretor global de publicidade da NBCUniversal, Mark Marshall. A informação também foi confirmada pelo jornal britânico Financial Times.
A grande final da National Football League (NFL) será disputada no próximo domingo, dia 8, entre o New England Patriots e o Seattle Seahawks, com transmissão exclusiva da NBCUniversal.
O tradicional show do intervalo contará com a apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny, que também concorre a vários prêmios no Grammy deste domingo.
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ANUNCIANTES APOSTAM PESADO E RENOVAM MARCAS
De acordo com Marshall, os espectadores podem esperar uma forte presença de anúncios dos setores de tecnologia, farmacêutico e bem-estar. Ele destacou ainda que quase 40% dos patrocinadores deste ano não participaram da edição de 2025, indicando uma renovação significativa no mercado publicitário.
Mesmo diante de um calendário esportivo lotado, que inclui os Jogos Olímpicos de Inverno e a Copa do Mundo, a NFL segue como o evento mais cobiçado pelos anunciantes. O valor médio de um comercial de 30 segundos gira em torno de US$ 8 milhões. “Não há nada que gere reconhecimento como o Super Bowl. É por isso que as marcas continuam apostando nele”, afirmou Marshall.
Segundo o executivo, um “pequeno número” de marcas chegou a pagar mais de US$ 10 milhões, estabelecendo novos recordes no mercado de publicidade esportiva.
STREAMING COM ANÚNCIOS EXCLUSIVOS E MAIS BARATOS
Quem optar por assistir à partida via streaming na plataforma Peacock, da NBC, verá anúncios diferentes daqueles exibidos na TV aberta. Cerca de 10% dos comerciais foram vendidos para anunciantes locais, com valores mais baixos no streaming. “É uma boa forma de entrar no jogo sem pagar o preço cheio e ainda alcançar um público nacional”, explicou Marshall.
AUDIÊNCIA FEMININA CRESCE E ANÚNCIOS GANHAM QUALIDADE
O Super Bowl do ano passado foi o evento mais assistido da história da televisão nos Estados Unidos, reunindo 128 milhões de espectadores na vitória do Philadelphia Eagles sobre o Kansas City Chiefs.
Segundo Kerry Benson, vice-presidente da Kantar, as marcas também estão de olho no crescimento da audiência feminina, que representou 46% do público em 2025, de acordo com dados da Nielsen.
Celebridades, humor e nostalgia continuam sendo os principais ingredientes dos anúncios. Entre os destaques estão campanhas da Instacart, com Ben Stiller; da Squarespace, com Emma Stone; da Kellogg’s, com William Shatner; além de ações da Pepsi e da Pringles com grandes nomes da música e do entretenimento.
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“Os anunciantes são realmente muito bons em comerciais do Super Bowl. Não é exatamente um monte de comerciais ruins”, destacou Benson. Segundo Marshall, o tom bem-humorado dos anúncios reflete o momento vivido pelos Estados Unidos, com marcas apostando cada vez mais em leveza e entretenimento para se conectar com o público.