Deputada Fabiana Bolsonaro (PL) pintou rosto de marrom em discurso para criticar Erika Hilton nessa quarta-feira (18/3)
A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) pode abrir um processo no Conselho de Ética para analisar a conduta de uma deputada estadual que protagonizou uma polêmica recente ao utilizar “blackface” durante uma sessão.
O caso ocorreu durante um discurso no plenário, quando a parlamentar apareceu com o rosto pintado de preto. A atitude gerou forte repercussão negativa e foi amplamente criticada por parlamentares e entidades, que classificaram o ato como racista.
Diante da repercussão, deputados articulam a apresentação de uma representação formal para que o caso seja investigado pelo Conselho de Ética da Casa. O colegiado é responsável por apurar possíveis quebras de decoro parlamentar e pode aplicar sanções que vão desde advertência até a cassação do mandato.
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A deputada afirmou que a manifestação teve caráter político e que não teve a intenção de ofender. Ainda assim, o episódio intensificou o debate sobre racismo e limites da atuação parlamentar dentro do Legislativo paulista.
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Agora, caberá ao Conselho decidir se abre investigação formal e quais medidas poderão ser adotadas em relação ao caso.