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COVARDIA! Vídeo de agressão a mulher no pós-parto em hospital provoca revolta nas redes sociais. VEJA
Foto: Divulgação

Caso levanta alerta sobre violência obstétrica e falhas no atendimento materno em unidades de saúde.

Um vídeo que circula nas redes sociais gerou forte repercussão internacional ao mostrar um médico supostamente agredindo uma mulher logo após o parto no Hospital Geral de Referência de Kinkole, localizado em Kinshasa.

 

Nas imagens, a paciente aparece em estado de extrema vulnerabilidade, ainda no período imediato após o nascimento do bebê, quando necessitava de atendimento médico urgente devido a lacerações e sangramento. Testemunhas afirmam que a agressão ocorreu justamente durante esse momento crítico, em que a mulher deveria estar recebendo cuidados intensivos e suporte adequado.

 

O episódio foi amplamente criticado por organizações de direitos humanos e especialistas em saúde materna, que classificaram o caso como uma grave violação da ética médica e dos direitos da paciente. O pós-parto é considerado uma fase delicada, em que o corpo da mulher está fragilizado e sujeito a complicações, exigindo atenção e respeito por parte da equipe de saúde.

 

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Até o momento, autoridades da República Democrática do Congo não divulgaram posicionamento oficial sobre o ocorrido. No entanto, cresce a pressão para que o caso seja investigado e que eventuais responsabilidades sejam apuradas.

 

O episódio também reacende o debate sobre as condições do sistema de saúde em algumas regiões do país, onde a falta de estrutura, recursos e acesso a analgesia adequada pode comprometer o atendimento. Especialistas destacam que, em cenários de emergência, profissionais enfrentam limitações severas mas ressaltam que isso não justifica o uso de violência contra pacientes.

 

Além do médico, a conduta de outros profissionais presentes também passou a ser questionada, já que, segundo relatos, não houve intervenção durante o ocorrido.

 

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O caso evidencia um problema mais amplo relacionado à chamada violência obstétrica, prática condenada internacionalmente, e reforça a necessidade de garantir atendimento humanizado, seguro e digno às mulheres, especialmente em momentos críticos como o parto e o pós-parto. 

 

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