Ainda não há evidências de que a creatina deixe alguém mais inteligente, aumente o foco ou proteja contra a demência
A creatina, suplemento bastante conhecido entre praticantes de atividades físicas, vem despertando cada vez mais interesse entre pesquisadores por seus possíveis efeitos no cérebro. Além de participar do fornecimento de energia para os músculos, a substância também está envolvida na produção de energia pelas células cerebrais.
Estudos indicam que a suplementação pode ter efeitos sobre funções como memória, atenção e desempenho cognitivo, especialmente em situações de maior demanda mental ou em pessoas com níveis mais baixos de creatina no organismo.
O interesse científico também se voltou para possíveis aplicações em áreas como envelhecimento, privação de sono e algumas condições neurológicas. A hipótese é que o aumento da disponibilidade de energia nas células possa ajudar o cérebro a lidar melhor com situações de estresse e desgaste.
Veja também

Assistir televisão por muito tempo pode afetar o cérebro, aponta estudo
Apesar dos resultados promissores, especialistas ressaltam que a creatina não deve ser vista como uma solução milagrosa nem como substituta de tratamentos médicos. Os efeitos podem variar de acordo com a pessoa, a alimentação e as condições de saúde.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
A substância continua sendo estudada para entender melhor como age no sistema nervoso e quais grupos poderiam se beneficiar mais da suplementação. Antes de iniciar o uso, a orientação é buscar avaliação de um profissional de saúde.