Uma mulher trans foi assassinada a golpes de marreta em um crime encomendado por R$ 10 mil. O mandante, que mantinha um relacionamento secreto com a vítima, teria contratado o assassino para evitar que o caso fosse exposto à sua família.
Segundo o delegado Eduardo Guerra, a vítima, Marcela, foi atraída para um canteiro de obras via WhatsApp. Ao chegar, foi surpreendida pelo executor, que a atingiu com uma marreta até deixá-la inconsciente.
O corpo foi escondido sob uma lona e transportado em um carrinho de mão para um local de descarte de lixo, onde foi abandonado. A polícia identificou os envolvidos após analisar imagens de câmeras de segurança e ouvir testemunhas.
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O executor confessou o crime e revelou que recebeu R$ 5 mil de adiantamento. O mandante, preso anteriormente, teria encomendado o assassinato para proteger sua reputação.
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O caso choca pela brutalidade e pela motivação fútil. A polícia destacou o trabalho árduo para desvendar o crime, que expõe a vulnerabilidade da comunidade LGBTQIA+ e a crueldade de crimes encomendados.