A modelo e empresária Pamela Genini, de 29 anos, foi assassinada a facadas pelo próprio companheiro
Um caso brutal e incomum voltou a chocar a Itália meses após o assassinato da ex-modelo Pamela Genini, de 29 anos. A família da jovem descobriu que o túmulo havia sido violado e que a cabeça dela foi retirada do caixão.
A situação veio à tona durante a transferência do corpo para o local definitivo de sepultamento, em um cemitério na cidade de Strozza. Funcionários perceberam que o caixão apresentava problemas ao ser fechado e, ao abri-lo, constataram a violação.
De acordo com as autoridades, há indícios de que o crime tenha ocorrido recentemente. Parafusos estavam soltos e o material usado para vedar o caixão aparentava estar fresco, levantando a suspeita de que mais de uma pessoa tenha participado da ação.
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O caso passou a ser investigado como profanação de cadáver e roubo, crimes previstos na legislação italiana e que podem resultar em penas de prisão. Até o momento, a motivação ainda é desconhecida.
Pamela havia sido assassinada em outubro de 2025, após ser atacada com diversas facadas dentro de seu apartamento, em Milão. O principal suspeito é o ex-namorado, que não aceitava o fim do relacionamento.
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Antes do crime, a jovem chegou a enviar mensagens pedindo ajuda e relatando medo do agressor, o que reforçou a linha de investigação de feminicídio. O novo episódio envolvendo a violação do túmulo gerou ainda mais comoção e revolta, ampliando a repercussão de um caso que já havia chocado o país pela violência.