Token Star10, anunciado no último domingo (2/3), foi apresentado por Ronaldinho como sua moeda oficial e oferecia experiências exclusivas
O ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho, ídolo da seleção brasileira e de clubes como Grêmio, Flamengo, Atlético-MG, PSG, Milan e Barcelona, lançou, durante o Carnaval, uma nova criptomoeda – que rapidamente se desvalorizou.
O token Star10, anunciado no último domingo (2/3), foi apresentado pelo ex-craque como sua “moeda oficial” e oferecia experiências exclusivas e um agente de inteligência artificial (IA).
Passado o impacto e a empolgação iniciais, a criptomoeda logo se tornou alvo de uma série de controvérsias envolvendo supostas falhas de segurança, oscilação repentina de preços e suspeitas de negociações privilegiadas (“insider trading”).
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Pouco depois de o Star10 ser lançado, analistas de blockchain identificaram problemas no código do contrato inteligente da moeda virtual.
Esse tipo de fragilidade, em tese, poderia permitir que os criadores “queimassem” – tirassem de circulação – os tokens de investidores sem nenhum aviso prévio, o que colocaria esses recursos sob forte risco.
A empresa de segurança GoPlus Security chegou a divulgar um alerta no X (antigo Twitter) sobre a falha. O fundador da Binance, Changpeng Zhao, compartilhou a mensagem e orientou os investidores a terem “cuidado”.
Em meio à onda de desconfiança, a criptomoeda lançada por Ronaldinho vem passando por forte instabilidade no mercado. Na segunda-feira (3/3), o token alcançou o pico de US$ 0,35, antes de registrar sucessivas quedas.
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O Star10 era negociado a US$ 0,06 nesta quarta-feira (5/3), mais de 80% abaixo das máximas.
Fonte: Metrópoles