No domingo (17), site de notícias Axios afirmou que Havana comprou 300 drones de ataque da Rússia e do Irã e considerava ofensivas em Guantánomo e Key West, no sul da Flórida. Chanceler cubano nega e afirma que EUA planeja ataque
Relatórios de inteligência dos Estados Unidos apontam que Cuba teria reforçado seu estoque militar com a aquisição de mais de 300 drones de origem estrangeira e estaria avaliando possíveis cenários de uso ofensivo contra alvos em território americano, incluindo instalações militares próximas à Flórida.
Segundo informações divulgadas por sites internacionais citando fontes de inteligência, os equipamentos teriam sido adquiridos ao longo dos últimos anos junto a países como Rússia e Irã, em meio ao aumento das tensões entre Havana e Washington.
Entre os possíveis alvos citados nas apurações estariam a base naval de Guantánamo, embarcações militares dos Estados Unidos e até a região de Key West, na Flórida, que fica a curta distância da ilha caribenha.
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As informações, no entanto, fazem parte de relatórios de inteligência e não foram confirmadas oficialmente pelo governo cubano. Autoridades dos Estados Unidos tratam o tema como uma preocupação de segurança regional, mas não apontam risco imediato de ataque.
Em resposta às acusações, o governo de Cuba tem negado qualquer intenção agressiva e afirma que o país apenas reforça sua capacidade de defesa diante do que considera pressão e hostilidade dos Estados Unidos.
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O caso aumenta a tensão diplomática entre os dois países e reforça o clima de alerta na região do Caribe, que já vive um período de instabilidade política e econômica.