Cury afirmou ficar em silêncio, Caiado disse que vai definir estratégia com o partido, Renan disse que seus eleitores podem fazer o que quiserem e Zema diz estar sempre contra o PT
Após ficarem fora do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) começaram a definir suas posições diante da disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Os quatro adotaram caminhos diferentes após o resultado do primeiro turno.
Augusto Cury, que terminou em terceiro lugar, afirmou que não apoiará nenhum dos dois candidatos que avançaram para a segunda etapa. O escritor defendeu a pacificação do país e disse que suas propostas de governo continuam disponíveis para serem aproveitadas pelos candidatos.
Renan Santos também informou que não fará campanha para Lula ou Flávio Bolsonaro. O candidato do Missão liberou seus eleitores para escolherem livremente e afirmou que não pedirá votos para nenhum dos dois nomes.
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Ronaldo Caiado, por sua vez, disse que ainda conversará com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, antes de anunciar uma posição. Posteriormente, a direção nacional do partido informou que manteria os filiados livres para decidir quem apoiar no segundo turno.
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Já Romeu Zema declarou que ficará contra o PT onde o partido estiver no segundo turno, mas não citou nominalmente Flávio Bolsonaro. A segunda etapa da eleição presidencial será disputada em 25 de outubro, com Flávio tendo obtido 47,03% dos votos válidos no primeiro turno e Lula, 45,16%.