Pistola 9mm foi apreendida no carro de um militar do GSI que atua na segurança de Bolsonaro; Moraes pediu explicações. Ex-presidente não quer arma de volta durante a prisão, diz ofício
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que ele pediu ajuda a um militar para realizar o conserto de uma arma de fogo que acabou sendo apreendida durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal, na noite de segunda-feira (15), em Taguatinga.
Segundo o relato apresentado pelo militar que transportava o armamento, a pistola teria sido retirada para manutenção após apresentar uma suposta falha mecânica. Ele afirmou que a intenção era realizar o reparo e devolver a arma ao ex-presidente no dia seguinte.
Durante a abordagem, os policiais encontraram a arma dentro do veículo oficial que era conduzido pelo sargento, além de um carregador sobressalente. Como não havia documentação regular da segunda arma no momento da fiscalização, o militar foi encaminhado à delegacia para prestar esclarecimentos.
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Após ser ouvido, ele foi liberado, e a arma permaneceu apreendida para investigação.
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O caso ganhou repercussão e passou a ser analisado pelas autoridades do Distrito Federal, que apuram a regularidade do transporte e da posse do armamento.