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Defesa de ex-empresário de MC Guimê aguarda decisão do STJ após mandado de prisão
Foto: Divulgação

Advogado afirma confiar na Justiça e busca revogação da ordem de prisão em julgamento marcado para junho.

A defesa de Emerson da Silva Ramos, ex-empresário do cantor MC Guimê, se pronunciou após a Justiça determinar sua prisão. Em nota oficial, o advogado Robson Cyrillo informou que aguarda o julgamento de um habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ), marcado para o próximo dia 9 de junho, que questiona a legalidade do mandado expedido contra seu cliente.

 

Segundo a defesa, o processo teve origem em 2018 e envolve discussões jurídicas relacionadas à validade da medida de prisão. O advogado destacou que confia na análise criteriosa do caso pelo Judiciário e reforçou o respeito às instituições e às garantias constitucionais.

 

No pedido apresentado ao STJ, a defesa sustenta que existem fundamentos legais para a revisão da decisão, argumentando pela observância do devido processo legal, da ampla defesa e dos direitos previstos na Constituição.

 

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O caso envolve uma condenação por estelionato e corrupção ativa. De acordo com a investigação, Emerson teria utilizado de forma fraudulenta a linha telefônica de um médico para realizar operações em nome da vítima, utilizando documentação falsa. Ainda segundo os autos, durante a abordagem policial, ele teria oferecido dinheiro aos agentes para evitar a prisão.

 

A sentença condenatória foi proferida em maio de 2021, após a Justiça considerar comprovadas a autoria e a materialidade dos crimes por meio de documentos e depoimentos de testemunhas. Após o esgotamento dos recursos, foi determinada a execução da pena.

 

Em decisão assinada pela juíza Ana Paula Mezher Mattar, da 2ª Vara Criminal de Osasco (SP), foi expedido o mandado de prisão para cumprimento da pena de 4 anos, 3 meses e 21 dias de reclusão em regime fechado, além do pagamento de multa prevista na sentença.

 

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Procurada sobre o assunto, a equipe de MC Guimê informou que Emerson Ramos não integra mais a gestão da carreira do artista nem possui vínculo com o Instituto Guimê. Atualmente, a administração do cantor está sob responsabilidade do empresário Rogério de Oliveira Lourenço, enquanto a presidência da instituição é exercida por Maria José Pereira Serra. 

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