Delegada Juliana Viga confirma que vários menores de idade foram localizados e que a Depca continua com outras investigações de desaparecidos
A Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) localizou 11 adolescentes que haviam sido registrados como desaparecidos durante o mês de agosto.
Ao todo, a unidade registrou 14 Boletins de Ocorrência (BOs) relacionados ao desaparecimento de adolescentes no período. Após serem localizados, os adolescentes retornaram para casa.
A partir do registro do desaparecimento, as equipes da Depca adotam os procedimentos necessários para reunir informações que possam contribuir para a localização dos adolescentes.
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As diligências são realizadas de acordo com as particularidades de cada caso, com o objetivo de localizar os desaparecidos e garantir o retorno ao convívio familiar.
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A partir de cada registro de desaparecimento
a Depca adota as imediatas medidas investigativas
A Depca destaca que, em casos de desaparecimento, não é necessário aguardar 24 horas para registrar a ocorrência.
Familiares ou responsáveis devem procurar uma unidade policial assim que perceberem o desaparecimento, fornecendo o máximo possível de informações e uma fotografia recente que possa auxiliar nas buscas.
“Nosso trabalho começa a partir do momento em que a família procura a Depca e comunica o desaparecimento. Cada caso é analisado de forma individual e as equipes da Depca realizam as diligências necessárias para localizar os adolescentes. Tivemos 11 adolescentes localizados e que puderam retornar ao convívio familiar, o que demonstra a importância da comunicação imediata do desaparecimento”, disse a delegada Juliana Viga, titular da Depca.
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A população também pode colaborar com informações que
ajudem a localizar os adolescentes desaparecidos (Fotos: Divulgação)
Nos outros três casos, as investigações seguem em andamento, com a realização de diligências e levantamento de informações que possam contribuir para a localização dos adolescentes e o esclarecimento das circunstâncias dos desaparecimentos.
“Reforçamos que é importante que os responsáveis retornem à delegacia para comunicar o retorno da pessoa desaparecida ao convívio familiar. Essa informação é fundamental para que possamos dar baixa no procedimento e manter os dados do sistema devidamente atualizados”, ressaltou a delegada.
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