Advogado Francisco Charles Garcia confirma indiciamento da advogada Cristine Cabral por crime de extorsão
A advogada Adriane Cristine Cabral Magalhães foi indiciada no 16º Distrito Integrado de Polícia (DIP) pelo crime de extorsão, após ser acusada de fazer proposta de um acordo no valor de R$ 500 mil, para que o também advogado Francisco Charles Garcia Junior, não fosse denunciado por crime de estupro.
A acusação partiu da recepcionista Marcela Nascimento, ex-funcionária do escritório jurídico do advogado e o acusou de praticar os abusos sexuais no início do mês de abril.
Como advogada da mulher que fez a acusação, Adriane Cristine Cabral, teria procurado Francisco Garcia e sua esposa Juliana Chaves Coimbra Garcia para propor o pagamento de R$ 500 mil, para “abafar o caso”, evitar exposição pública e denúncia na Delegacia de Polícia.
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Conclusão da delegada Grace
louise Souza no inquérito policial
De acordo com o advogado e a esposa, foram procurados no dia 4 de abril e como não se renderam à extorsão, na manhã dia 7, Cristina Cabral levou a recepcionista Marcella Nascimento à delegacia para fazer a denúncia.
Sentindo-se vitimado duas vezes - uma de acusação e estupro pela ex-funcionária e a outra caracterizada pela tentativa de extorsão através de acordo financeiro de grande quantia - o advogado Francisco Charles Garcia também denunciou a colega de profissão no 16º Distrito Integrado de Polícia.
De acordo com informação, a advogada Adriane Cristine Cabral foi indiciada no último dia 15 de maio, após conclusão de inquérito policial assinado pela delegada titular Grace Louisa Souza.
No inquérito enviado ao Ministério Público do Amazonas (MPA) consta que a delegada constatou existência de indícios suficientes da prática de extorsão, através de ata notarial, mensagens, gravações, e a investigação confirmou que Adriane Cristine Cabral, esteve com a esposa do advogado no dia 4 de abril.
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O advogado Francisco Charles Garcia, reafirma que no dia 7 de abril estava na reunião ao lado da esposa, em que a proposta de acordo financeiro de R$ 500 mil para “resolver o caso” partiu da própria advogada Adriane Cristine Cabral.