Carlos Holanda continua preso e à disposição do Poder Judiciário onde responde por estupro de vários alunos
As investigações envolvendo o professor de artes marciais Carlos Holanda ganharam um novo e alarmante capítulo na manhã desta sexta-feira, 10, em um caso que causou grande repercussão em Manaus.
A Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) confirmou o registro da sétima vítima de estupro de vulnerável supostamente relacionada ao acusado.
Carlos Holanda já havia sido preso em uma operação anterior realizada pela equipe da DEPCA e permanece custodiado, à disposição da Justiça, enquanto as investigações prosseguem.
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No entanto, o avanço das investigações e a coragem de novas famílias em procurar as autoridades revelaram que o número de vítimas supostamente relacionadas ao instrutor pode ser ainda maior do que o inicialmente identificado.
Com o surgimento de novos depoimentos e denúncias, a polícia ampliou as apurações para esclarecer a extensão dos fatos e identificar possíveis outras vítimas.

Delegado confirmou em coletiva de imprensa que
mais uma vítima do professor já foi localizada
Diante da gravidade das denúncias e do padrão de comportamento atribuído ao acusado, o delegado-adjunto da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), Jefferson Vicente, fez um pronunciamento à população.
A autoridade policial alertou para a possibilidade de existirem outras vítimas e destacou a importância da colaboração da sociedade para o avanço das investigações.
“Precisamos que qualquer pessoa que tenha conhecimento de outros atos supostamente cometidos por ele, ou famílias que suspeitem que seus filhos possam ter sido vítimas, procure imediatamente a DEPCA”, declarou o delegado.

Carlos Holanda teve o mandado de prisão preventiva decretado,
alegou inocência no dia em que foi preso e disse que
"armaram para cima dele" (Fotos: Divulgação)
O silêncio não pode proteger o criminoso. Garantimos total sigilo e acolhimento para novas denúncias", afirmou o delegado Jefferson Vicente.
A DEPCA reforça que as denúncias podem ser feitas diretamente na sede da delegacia especializada ou por meio dos canais anônimos, como o Disque 100 e o 181.
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O caso segue sob segredo de Justiça para resguardar a identidade e a integridade psicológica das sete vítimas identificadas até o momento.
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