Investigação está em andamento e por enquanto a causa mais provável é que animais morreram por intoxicação alimentar
A Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema), atualizou informações sobre a investigação relacionada à morte de 22 cavalos.
Até o momento, 12 cavalos morreram no haras Nilton Lins, bairro de Flores, Zona Centro-Sul de Manaus; 8 no bairro Tarumã, Zona Oeste; e 2 no município de Presidente Figueiredo, distante 117 quilômetros da capital amazonense.
O delegado-geral adjunto da PC-AM, Guilherme Torres, informou que a principal hipótese investigada até o momento é de intoxicação alimentar.
Para apurar as causas, diligências policiais foram imediatamente iniciadas pela Dema, em conjunto com peritos criminais e técnicos da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf).
Veja também

Desde o dia 1º de janeiro deste ano, esses animais começaram a morrer. A PC-AM, juntamente com os órgãos competentes, esteve nos locais onde ocorreram as mortes, onde foram coletadas amostras dos alimentos consumidos pelos cavalos, requisitadas perícias e realizadas necropsias nos animais, cujos laudos ainda estão em fase de elaboração.

Doze cavalos vitimizados morreram no
Haras localizados em Manaus
Segundo o delegado-geral adjunto, trata-se de uma investigação complexa, que envolve a análise da qualidade do feno, bem como questões relacionadas ao armazenamento, à distribuição e à produção desse alimento.
Já foram ouvidos tratadores, proprietários dos animais e responsáveis pelos haras, cujo objetivo principal do trabalho investigativo é esclarecer as circunstâncias das mortes e evitar novos óbitos.
A investigação busca identificar a origem dos alimentos fornecidos aos cavalos, partindo da premissa de que, muito provavelmente, todos vieram de uma mesma fonte.

Delegado Geral adjuto atualizou informações sobre as
mortes de 22 cavalos em Manaus e Presidente
Figueiredo (Fotos: Divulgação)
“É necessário apurar se houve negligência na produção, armazenamento ou distribuição desses alimentos, bem como identificar a substância que causou as mortes. Os resultados da perícia, aliados aos depoimentos colhidos, serão fundamentais para esclarecer o caso”, destacou Guilherme Torres.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
As equipes também visitaram locais de fornecimento para avaliar as condições de produção e armazenamento dos alimentos. A prioridade da investigação é identificar a causa das mortes, evitar novos óbitos e responsabilizar eventuais culpados, caso seja constatada alguma falha ou negligência.